Michelangelo

Briefing: Falar de algum artista do movimento inspirante para o trabalho de projeto de design 2.

Resultados: Bem, como eu não escolhi nenhum movimento, falarei de Michelangelo.
O cara que trocava farpas com um papa. E na época em que os papas eram poderosos! Ok, eles ainda são. Mas na época, eles usavam mais desse poder. Digo... Ou n.

Este cidadão foi considerado o maior artista de seu tempo. Chamavam-no de o Divino, e ao longo dos séculos, até os dias de hoje, vem sendo tido na mais alta conta, parte do reduzido grupo dos artistas de fama universal, de fato como um dos maiores que já viveram e como o protótipo do gênio.
Michelangelo foi um dos primeiros artistas ocidentais a ter sua biografia publicada ainda em vida. Sua fama era tamanha que, como nenhum artista anterior ou contemporâneo seu, sobrevivem registros numerosos sobre sua carreira e personalidade, e objetos que ele usara ou simples esboços para suas obras eram guardados como relíquias por uma legião de admiradores. Para a posteridade Michelangelo permanece como um dos poucos artistas que foram capazes de expressar a experiência do belo, do trágico e do sublime numa dimensão cósmica e universal.



Breve comentário sobre a capela sistina:

Na realização desta grandiloqüente obra concorreram amor e ódio. Michelangelo teria feito este trabalho contrariado, convencido que era mais um escultor que um pintor. Encarregado pelo Papa Júlio II, sobrinho de Sisto IV, de pintar o teto da capela, julgou ser um conluio de seus rivais para desviá-lo da obra para a qual havia sido chamado a Roma: o mausoléu do Papa. Mas dedicou-se à tarefa e o fez com tanta mestria que praticamente ofuscou as obras primas de seus antecessores na empresa. Os afrescos no teto da Capela Sistina são, de fato, um dos maiores tesouros artísticos da humanidade.


É difícil acreditar que tenha sido obra de um só homem, pois dispensara os assistentes que havia contratado inicialmente, insatisfeito com a produção destes, e que o mesmo ainda encontraria forças para retornar ao local, duas décadas depois, e pintar na parede do altar, sacrificando, inclusive, alguns afrescos de Perugino, o Juízo Final, entre 1535 e 1541, já sob o pontificado de Paulo III.


Comentários: Pintar, esculpir e combater o crime em forma de tartaruga, não é pra qualquer um.

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Cores e sentimentos

Briefing: Escolher 3 cores, dizer o sentimento que tem ao vê-las e escolher uma imagem para ilustrá-lo.

Resultados:
Branco: Tranquilidade. Ok, um completo chavão. Mas o que raios você sente ao ver o branco? Que tipo de imagem ele pode passar, que não paz ou limpeza?



Vermelho - Agito. Diz-se que dá fome. Vermelho chama a atenção. Talvez dê raiva a alguns touros. Acho que um bom e forte vermelho, me demonstra coisas marcantes, talvez por lembrar o sangue humano. Ou não.



Cinza - Sobriedade. Cor nula, o cinza não me lembra muita coisa, a não ser que você não queira passar imagem alguma, a não ser a de seriedade. O cinza tira a vida. Né? Até que eu gosto do cinza.



Comentários: A verdade é que eu acho que não sinto ***** nenhuma com ***** de cor nenhuma. Eu acho. Foi estranho esse trabalho. =O

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